Blog Flâneur

A infância de Bergman

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Apesar de tudo, eu penso nos meu anos de garoto com prazer e curiosidade. Nunca me faltou alimento nem para a fantasia nem para os sentidos, e não me

O tempo, nosso melhor alimento

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“…O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é nosso melhor alimento; sem medida que o conheça, o

O Fulgor do Relâmpago, Rosillo

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O Fulgor do Relâmpago Há coisas que a vida te dá quando já mal podias esperá-las, e sua luz maravilhosa, elementar, puríssima, faz-te feliz de s

Apresentação do livro A Vida em Chamas de Luis Alberto de Cuenca

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Por António Guerreiro, Miguel Filipe Mochila, Diogo Vaz Pinto, Andreia C. Faria e Rui Lage

Enfermaria 6 na Flâneur

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Leituras de Poesia dos poetas da Enfermaria 6 Com Tatiana Faia, Pedro Braga Falcão, José Pedro Moreira, Francisca Camelo, Bruno M. Silva, J. Carlos

O Pobre Tolo

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“Somos um sonho divino que não se condensou, por completo, dentro dos nossos limites materiais. Existe, em nós, um limbo interior; um vago sen

José Oliveira

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Vida e Morte de Uma Sombra “Olhai, não tenho rosto, o que exibo é a cara do instante” Edmond Jabés Sombra de ninguém exilada nos meus pulmões

A palavra pássaro

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[…] – Creio – disse certa vez – que a pétala de uma flor, ou uma minhoca encontrada no caminho, diz e contém muito mais do q

Adeus e é tudo indiferente

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[…] Indiferente. Também para mim tudo era indiferente nesse momento. Uma palavra bonita, clara, impressionante: indiferente. Compreendemo-nos.