Os lucros da venda do livro revertem para a MECA – Middle East Children’s Alliance.
Gerar uma vida no ventre é tão poderoso como delicado,
escrever sobre dois momentos de parto que
em tudo se ligam e em tudo se afastam é a tentativa
cambaleante de dar forma a um abismo de silêncio.
Nos momentos de maior amor ou treva a linguagem
colapsa e nada sabemos nomear.
Gaza é a grande fratura de um tempo doente, o símbolo
de todos os oprimidos, a culpa coletiva que
teremos de aprender a transformar em vida, contra
a morte.