«A cada um as suas armas, as mulheres que amou,\nos homens que defendeu do juízo moral dos outros,\na cama onde um dia se viu abandonado,\nrodeado de cruzes e velas.\nDas linhas que tremo, roda-me a lâmpada\ninterior à carne, e a claridade\nchega aos ossos numa duração insaciável.»