O que fazer? O mais revolucionário a fazer é: começar a parar.
Grande parte dos textos que aqui se publicam, agora de forma mais sistematizada, resultaram de versões anteriores publicadas em pequenos ensaios de jornal ou revistas culturais (Jornal Económico, revistas Electra e Cintilações).
E se parássemos de sobreviver?
André Barata
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