Nesta série de ensaios, Fred Moten e Stefano Harney recorrem à tradição radical negra para ampliar o pensamento social e político contemporâneo. Hoje, a riqueza geral da vida social vê-se confrontada por mutações nos mecanismos de controlo: a logística capitalista, a governança patrocinada pelo crédito e as investidas extrativas em meio académico. Trabalhando a partir da poética social dos subcomuns, Moten e Harney desenvolvem e expandem uma série de conceitos: estudo, dívida e planeamento. No caminho fugitivo de uma negritude histórica e global, os ensaios deste volume apontam para formas auto-organizadas da vida social, lançadas todos os dias e todas as noites em meio ao antagonismo geral dos subcomuns.