¡Nojo de bandeira!,
\nhasteada onde já foi
\na vida simples.
\n
\nResisto à vossa ocupação
\ndos espaços “verdes”
\ne destes tempos “livres”,
\n
\nao controlo das fezes
\ne à análise de urinas.
\n
\n¡Ah, pois! Olhar sempre
\npor cima do ombro,
\npor cima das mesuras.
\n
\nAlém: a mensagem madura
\nescarra à beira-estrada
\nmercúrio e amianto.